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A prática da teoria da poesia

#8
Este foi um trabalho desenvolvido a pedido da Comissão de Faina de Línguas e Relações Empresariais (vulgo, Comissão de Praxe), bem como dos trajados do curso em questão, da Universidade de Aveiro (UA), na qual ingressei este ano letivo (2016/17).
Assim, e conforme me foi solicitado, tentei responder o melhor possível à questão «O que representa a praxe?». Fazendo uso do slogan da UA, theoria poiesis praxis, respondi da forma que me pareceu mais acertada. Para mim, a praxe é A prática da teoria da poesia.


O Autor

A prática da teoria da poesia,
É algo semelhante à praxe.
Com muita emoção e alegria,
Uma nova família nasce!

É com esse objetivo,
Que tudo isto acontece.
Há um propósito assertivo…
A integração, em definitivo.

Embora,
Assim o diga o Hino,
Temos tudo, até chinês,
Mas esta praxe
Mostra o melhor do Português!

Assim nos damos a conhecer,
No nosso melhor Português,
Sem nunca fazer esquecer,
Este Aveiro que nos fez!

A praxe é integração,
Num síncrono esforço de união.
Faz-nos quem somos,
Ensina-nos a dar a mão!

É a praxe, poesia?
Até que ponto o não é?
Se nos fizermos valer da Ria
Para continuarmos de pé?

Nesta praxe tudo é Aveiro,
A metáfora que nos motiva,
É uma gíria a tempo inteiro,
Numa métrica decisiva.

No começo o verso é solto,
Porque tudo parece louco,
No términus é mais que isso, afinal,
Já temos rima sem igual.


Pelo Aluvião,

André Biscaia
29 de setembro de 2016

(Se gosta deste trabalho, faça o download aqui!)

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